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Mitos sobre exames e tratamento do câncer de próstata afastam os homens

O câncer de próstata é o tipo de tumor maligno que mais acomete os homens, depois do câncer de pele.
Dados do Instituto Nacional de Câncer, o INCA, revelam quem só no ano passo, 68 mil homens receberam o diagnóstico da doença aqui no Brasil.

É a segunda causa de morte por câncer em homens no nosso país. Mata, todos os anos, cerca de 14 mil brasileiros.

Muitas das mortes, no entanto, poderiam ser evitadas se o tumor na próstata, que é uma glândula do sistema reprodutor masculino, fosse descoberto no início.

Mas alguns mitos sobre exames e tratamento da doença acabam afastando os homens do consultório médico.

Como as questões que envolvem o exame de toque retal, procedimento fundamental no diagnóstico de um tumor na próstata, como explica o urologista da Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo, Rodrigo Campos

“Um exame que causa muito pouco desconforto. O que nós percebemos é que existe uma apreensão exagerada em relação ao exame e a grande maioria dos pacientes, depois de examinado, fala: nossa, se eu soubesse que era isso, não tinha hesitado tanto em fazer. Então, é um exame bem tranquilo, existe ainda o preconceito, ele tem diminuído, mas o exame ele realmente tem que ser feito, mas é um exame bem tolerável, sem nenhum problema.”

Vale destacar que, na maioria dos casos, o câncer de próstata não apresenta sintomas na fase inicial.

Já em estágio mais avançado, o paciente pode ter dor nos ossos, por conseqüência de metástases, que é quando a doença se espalha, além de anemia e perda de peso.

Da redação da 96.9 FM

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