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Salão do Júri tem Ação de Investigação de Rosinha nesta terça-feira

Esta terça-feira é dia de audiência na Ação de Investigação Judicial Eleitoral (Aije) principal do “escandaloso esquema” da troca de Cheque Cidadão por votos. Neste caso, também são réus a ex-prefeita Rosinha Garotinho (PR), o ex-vice-prefeito Dr. Chicão (PR) e o ex-vereador Mauro Silva (PSDB), candidatos a prefeito e vice no último pleito com apoio da máquina administrativa. A inquirição de testemunhas está prevista para 14h.

A audiência para inquirição de testemunhas na Aije principal seria na semana passada. Inicialmente, foi agendada para 24 de março. Depois, o juiz Eron Simas antecipou para o dia 23. Porém, foi remarcada para esta terça: “Infelizmente, a omissão cartorária foi notada apenas hoje (quarta-feira, 22), o que impede, por absoluta falta de tempo, a realização das intimações para amanhã (quinta-feira, 23)”, pontuou o juiz na ocasião.

De acordo com as investigações, o número de beneficiários do programa Cheque Cidadão saltou de 11.500 para 30.500 em cerca de três meses, no período eleitoral. A denúncia aponta que candidatos com apoio da então prefeita Rosinha tiveram “cotas” para inclusão irregular de assistidos no programa social.

Até o momento, todos os julgados nas Aijes que já tiveram sentenças proferidas, foram condenados no que foi classificado pelo juiz Eron Simas, da 76ª Zona Eleitoral, como “um dos maiores e mais audaciosos esquemas de compra de votos de que se tem notícia na história recente deste país”.

As condenações a oito anos de inelegibilidade e anulação dos votos foram imputadas a Cecília Ribeiro Gomes (PT do B), Jorge Magal (PTB), Jorge Magal (PSD), Kellinho (PR), Linda Mara (PTC), Miguelito (PSL), Ozéias (PSDB), Roberto Pinto (PTC), Thiago Ferrugem (PR), Thiago Virgílio (PTC) e Vinicius Madureira (PRP). Todos já apresentaram recursos ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE). Rangel, Kellinho, Linda Mara, Miguelito, Ozéias e Virgílio não chegaram a tomar posse, por decisão da 100ª Zona Eleitoral, também oriunda das investigações da Chequinho. Os outros esperam julgamento dos recursos no cargo.

Por Folha 1

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